Paranapiacaba

A vila de Paranapiacaba – Patrimônio da Humanidade foi fundada pelos ingleses em 1867.

 

Inclusão em lista indicativa foi feita pela Unesco ao Comitê do Patrimônio Mundial 

 

A Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) incluiu a Vila Ferroviária de Paranapiacaba, em Santo André, na lista indicativa de bens culturais brasileiros que poderão ser apresentados ao Comitê do Patrimônio Mundial para avaliação para concorrer ao título de Patrimônio Mundial.

 

Ela nos convida a comemorar a magia do céu e da terra, trabalhando a energia  de Paz e Amor a todos os participantes deste evento.


A vila esconde entre suas construções do século XVIII, lendas bastante intrigantes como a arvore que fala com os seres invisíveis, a noiva que vem sob a neblina entre outras.


E este será o Palco da 16 º. Convenção de Bruxas e Magos, um local em que a arquitetura da vila remonta o século XVIII e onde milhares de pessoas participam desse evento.

Paranapiacaba: 'lugar de onde se vê o mar', em tupi-guarani. Num dia claro, esta era a visão que tinham os povos indígenas que passavam por ali, depois de subir a Serra do Mar rumo ao planalto. No século XIX, naquele caminho íngreme utilizado pelos índios, desde os tempos pré-coloniais, seria construída uma estrada de ferro que mudaria a paisagem do interior paulista e ocasionaria a fundação da vila de Paranapiacaba

PARANAPIACABA: COMO CHEGAR: Carro e trem - Ônibus - Outros

1º - De carro, para quem vem de São Paulo ou do ABC

Duas formas e até três caminhos de como chegar a Paranapiacaba.

1º - De carro, para quem vem de São Paulo ou do ABC

Seguir pela Via Anchieta até o km 29, no Riacho Grande, após cruzar sobre a Represa Billings, onde há placas indicando Suzano, Ribeirão Pires e Paranapiacaba, (Ver uma delas esta na direção) entrar (para esquerda por baixo da Anchieta) sentido antigo Caminho do Mar, rumo à Rodovia Índio Tibiriçá. Esta, no verão, fica maravilhosa com os floridos manacás-da-serra. Pode-se, também, seguir pela Rodovia dos Imigrantes e pegar a saída para a sair na Anchieta sentido Riacho Grande - SBC, os cuidados e as dicas acima.

 

"FIQUE ATENTO NA SAÍDA SENTIDO RIACHO GRANDE!!!

 

Via Anchieta pouco antes do Riacho Grande. Se pagar a pista da direita e não central ou vai pagar pedágio e fazer uma tremenda volta.
Assim que cruzar a Represa Billings, manter a direita e 

No km 45,5 da Índio Tibiriçá há o trevo com sinalização para entrar à esquerda. Em seguida seguir rumo a Rio Grande da Serra pela rodovia SP 122 – Adib Chamas.

Deve-se cruzar este município e seguir em frente por 7 km até atingir o bairro de Campo Grande, onde há uma bifurcação indicando dois caminhos até a vila – Parte Alta e Parte Baixa.

Seguindo em frente chega-se na “Parte Alta”, onde há estacionamento, e o turista terá que enfrentar longa descida até cruzar sobre a linha do trem pela passarela, para atingir a “Parte Baixa”, conhecida como vila inglesa. Caso siga a placa “Parte Baixa”, deve-se entrar à esquerda e cruzar, em nível, a linha do trem, e ir por estrada de terra, por cerca de 6 km até a vila inglesa, onde encontrará restaurantes, lanchonetes, bares e artesanato. Quanto a restaurante e lanchonete o melhor local é o Bar da Zilda, onde o turista encontrará refeições, lanches e bebidas. Além de se situar no melhor lugar da vila inglesa, junto à ferrovia, o turista também poderá saborear e comprar a legítima Cachaça de Cambuci, envelhecida por dois anos. Além de ser a melhor em toda região da Mata Atlântica, ela, em diversos sabores, explica o porquê de Paranapiacaba ser a capital nacional do Cambuci.

De carro para quem vem da Zona Leste ou Guarulhos

De carro para quem vem da Zona Leste ou Guarulhos

Seguir pela Avenida Jacu-Pêssego até o município de Mauá, onde se deve pegar a saída para Ribeirão Pires. É um trevo chato, pois vai sair na pista em direção a Santo André, por isso, logo em seguida pegar outro trevo para seguir na direção de Ribeirão Pires. 


Partindo de Mauá ou Ribeirão Pires


Em uma longa avenida vão ser cruzados os centros de Mauá e Ribeirão Pires. Continuando nessa mesma avenida vai-se atingir a Rodovia Adib Chamas citada no 1º ítem, e seguir a orientação anterior.

​De carro para quem vem de Mogi ou Vale do Paraíba

No município de Suzano entrar na Rodovia Índio Tibiriçá, sentido sul. E seguir até o km 45,5, mencionado no 1º ítem, onde se deve entrar à direita, seguindo sinalização bem visível.

ônibus para quem vem de Santo André

De ônibus para quem vem de Santo André

Do Terminal Rodoviário em Prefeito Saladino, partem os ônibus da Viação Ribeirão Pires rumo a Paranapiacaba (linha 040). Cruzam as cidades de Santo André, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra. Por essa razão a viagem é demorada e, uma vez que o trajeto segue paralelo à linha do trem, é melhor ir de trem até Rio Grande da Serra, de onde partem ônibus para a “Parte Alta” da vila (vide ítem 5º a seg

 

De trem para quem vem de São Paulo

Partem da Estação do Brás, de 08 em 08 minutos, os trens da CPTM, que em 50 minutos atingem Rio Grande da Serra. Nesta cidade, de frente à estação saem os ônibus da Viação Ribeirão Pires. De 2ª à 6ª, de hora em hora (sempre nas meias-horas) e nos fins de semana e feriados de meia em meia hora.
Nas estações de embarque, não se esquecer de pedir bilhete “integração – Paranapiacaba”.

 

De trem para quem volta a São Paulo


Na volta, de 2ª a 6ª, os ônibus partem de Paranapiacaba também de hora em hora, sempre nas horas-cheias, e nos fins de semana, de meia em meia hora.

​De carro ou moto para aventureiros por Mogi das Cruzes

Partindo de Mogi das Cruzes, seguir pela Rodovia Mogi-Bertioga até a entrada para Taiaçupeba, no km 63. Entrar à direita, rumo a esse distrito mogiano. A estrada é bem asfaltada e bonita. Seguir até o trevo de Barroso, no km 75, onde há sinalização, e entrar à direita. Desse trevo em diante a estrada fica estreita, mas continua asfaltada. Após o Barroso (bairro de apenas uma rua de 200 metros) seguir em frente até o primeiro trevo, no km 58, (onde não há placas), e entrar à esquerda rumo a Furnas (usina hidroelétrica). A estrada também é asfaltada e bonita.
De Furnas em diante a estrada é de terra, por entre sítios e fazendas. Logo após uma pequena ponte sobre um riacho, entrar à esquerda. Há poucas placas indicativas, mas perguntando-se aqui e ali, chega-se à Fazenda Taquaruçu e, desta, atinge-se a Parte Baixa, cerca de 2 km adiante.
De Mogi a Paranapiacaba, devagar, e perguntando quando necessário, leva-se cerca de 1h e 30min a, no máximo, 2 horas.

 

Expresso turístico

O expresso turístico circula aos domingos, menos no 2º do mês. Parte da Estação da Luz às 8h e 30min, fazendo uma única parada em Santo André, às 9 horas, com chegada em Paranapiacaba às 10 horas. Na vila os visitantes podem optar por pacotes turísticos, e o retorno é às 16h e 30min.
Para maiores informações e reservas, que devem ser feitas antecipadamente, consultar o site da CPTM (www.cptm.org.sp.br) -
Conheça um pouco mais da Vila de Paranapiacaba acessando o Link : http://www.titogarcez.com/2013/08/paranapiacaba-pitoresca-vila-inglesa.html

Esperamos sua visita.

Pau da Missa

 

O "pau da missa" é um eucalipto centenário originalmente utilizado para avisos relacionados às missas de sétimo dia.

Devido a sua boa localização, entre a Parte Alta e a Parte Baixa, esta árvore tornou-se um dos símbolos de Paranapiacaba, pois servia como suporte para informações da comunidade, integrando as duas partes da vila.

Casa do Engenheiro

Característica da arquitetura hierarquizada de Paranapiacaba, as casas habitadas pelos engenheiros e suas famílias eram de alto padrão. Grandes e avarandadas, foram construídas em madeira nos tempos da São Paulo Railway, com plantas baixas individualizadas; depois, em alvenaria nos tempos da Rede Ferroviária Federal, com mesmo padrão de plantas. Muitas sofreram reformas em vários momentos, principalmente com a chegada da RFFSA.

Uma das caracteríticas que chama a atenção é a cobertura do imóvel, pois somente com estudos elaborados pelos conselhos de reconhecimento, concluiu-se que o material das telhas não era ardósia, e sim fibrocimento, introduzidos provavelmente a partir da década de 50 entre alguma das reformas que sofreram.

Biblioteca

 

Após ficar em reforma 4 anos, a biblioteca foi reaberta em 2015. A Biblioteca de Paranapiacaba Ábia Ferreira Francisco funciona  normalmente de segunda a sexta-feira – das 8h às 17h e para se tornar sócio é necessário residir em Santo André e ter idade acima de 16 anos.

Castelinho

 

No passado, da casa do engenheiro-chefe da estação de trem de Paranapiacaba, o profissional tinha uma visão completa do pátio de manobras e gerenciava os trens que chegavam e partiam de lá. Por causa da sua localização, ela foi chamada de “Castelo” pelos trabalhadores, e foi com esse nome que o local ficou conhecido. Hoje, com a linha férrea funcionando somente para transporte de cargas, o espaço foi restaurado e se transformou no Museu do Castelo, um local que proporciona uma verdadeira volta no tempo, em que esses veículos levavam e traziam pessoas de todos os lugares.

Escola Senador Lacerda

 

A LACERDA FRANCO SENADOR foi criada no dia 13/06/1988. Atende os alunos de ensino fundamental .

Coreto

 

Galpões Ferroviários

 

Os galpões que abrigaram o maior sistema funicular do mundo, ainda em seu lugar original.

Teatro Lyra Serrado

 

Esse clube é a união da Sociedade Recreativa Lira da Serra e do Serrano Atlético Clube os dois incentivados pela São Paulo Railway. Sua sede foi edificada na década de 1930, época das últimas construções da SPR, como o antigo II Grupo Escolar, ambos localizados na antiga Praça Prudente de Moraes.

O prédio em madeira, coberto por telhas francesas, possui um hall de entrada que distribui os acessos.

O salão se transformava em quadra de futebol. Por cima do palco, apreciam-se as urdiduras do teto para a sustentação de cenários dos espetáculos que ali ocorriam.

O grande empreendedor da linha ferroviária santos-jundiaí foi o Barão de Mauá. Ele acreditava que, com um transporte mais rápido, ele poderia aumentar suas vendas e também seus lucros.

Locobrek

 

​As máquinas "locobreque" foram construídas em 1901 por Robert Stephenson & Co. Ltd. O sistema funicular proporcionava maior economia de energia gasta pelo "locobreque" e possibilitava o desempenho do trem nos aclives e declives. Havia uma inclinação de 8 graus entre cada um dos cinco patamares.

Quando subia a Serra do Mar, o "locobreque" empurrava os vagões, que ficavam na frente da máquina. Quando descia, ele segurava os vagões, que ficavam atrás da máquina. Como o trem não tinha marcha-ré, havia um sistema chamado popularmente de "viradouro", através do qual os funcionários invertiam o sentido da locomotiva, empurrando a máquina em torno de si mesma.

Até a metade do século XX, o transporte ferroviário era sinônimo de luxo. E um dos marcos foi o trem Cometa, que fazia a linha Santos – São Paulo. O trem possuía serviço de bordo e poltronas leito, como as de ônibus. Além dele, também havia os trens Estrela, Planeta e Litorina (Semi-luxo).

Relógio da Estação

 

Suas badaladas regulavam os horários dos trens e o trabalho dos funcionários da ferrovia. O mesmo pode ser visto em vários ângulos da vila, mas o principal era as badaladas ditando o horários de hora em hora.

Realização

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